Aquele lugar era mais familiar do que qualquer outra coisa, mas hoje foi diferente. Esteve lá por muitas vezes, há tempos atrás, e depois daquela cena se lembrou do quanto foi bom. Parecia ter recebido um presente e foi um presente. Porém, teve medo de se entregar e lutou com muito custo para que o passado não viesse à tona. Pobre menina-mulher... Já imaginava que seria inevitável, mas quis tentar evitar. Por charme? Quem sabe. Morria de vontade, mas não podia ceder. Queria outra coisa, e o que desejava estava exatamente inacessível naquele instante. Fazia uma coisa pensando em outra. Isso a fez sentir suja, mas com enorme vontade de matar sua sede daquela que mais morava em seus sonhos. Fazia de um tudo para ser melhor. Não media esforços, nem inteligência, nem dinheiro, nem raciocínio, nem razão, nem amor. Não resolveu. Foi em frente e continua desejando o que é melhor pra si.
segunda-feira, 21 de março de 2011
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